quinta-feira, 12 de abril de 2012
Além do Apartheid segue na Galeria Lunara
quinta-feira, 22 de março de 2012
ALÉM DO APARTHEID
MOSTRA DISCUTE RAÇA, SEXO E POLÍTICA
NA ÁFRICA CONTEMPORÂNEA
Essencialmente sincrética e miscigenada, a África do Sul destaca-se do “continente esquecido” como uma sociedade emergente em termos culturais, políticos e econômicos. À fusão racial promovida pelo colonialismo holandês e britânico entre os séculos XVII e XIX e os terríveis anos do Apartheid, somou-se a atual imigração originada em nações vizinhas, como o Zimbabue, fazendo do país um tabuleiro cultural cuja intrincada trama promoveu a assunção de uma cena artística contemporânea extremamente consistente e criativa.

Para dar visibilidade a este movimento, a Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre inaugura no próximo dia 27 de março, às 19h, uma nova programação em dois espaços na Usina do Gasômetro, Além do Apartheid – Raça, Sexo e Política na África Contemporânea, que inclui uma exposição na Galeria Lunara (5º andar) e uma mostra de 11 filmes na Sala P. F. Gastal (3º andar).
A EXPOSIÇÃO
A exposição coletiva que ocupa a Galeria Lunara traz pela primeira vez a Porto Alegre uma pequena mas significativa mostra da arte produzida na África do Sul, seja por sul-africanos ou mesmo por imigrantes vizinhos lá residentes ou tornados conhecidos por galerias daquele país. A mostra inclui nomes consagrados como William Kentridge (já conhecido dos porto-alegrenses por sua participação na Bienal do Mercosul) e David Goldblatt, a jovens expoentes como Dan Halter, Jodi Bieber e Kudzanai Chiurai, passando por Nontsikelelo Veleko, Athi-Patra Ruga e Cameron Platter.
Segundo o Coordenador de Cinema, Vídeo e Fotografia da SMC, Bernardo José de Souza, “a produção artística da África do Sul cresce em qualidade e visibilidade, ao lado de nações igualmente emergentes como a brasileira, a chinesa, a muçulmana, a hindu e a russa, mas diferentemente da nossa produção, porém, a deles possui caráter eminentemente político, não no sentido aviltante da arte política, e sim no de uma arte cujos frutos estão embebidos em política, justamente por se originarem no altruísmo e não no refresco da alienação”.
Detalhes da Mostra de Filmes em http://www.salapfgastal.blogspot.com/
quarta-feira, 14 de março de 2012
Mariana Xavier fala sobre sua exposição na Galeria Lunara
Como a exposição foi criada?
Esta exposição foi exibida entre o final de 2011 e o início de 2012 em Belo Horizonte, e está sendo mostrada pela primeira vez aqui em Porto Alegre. O trabalho fotográfico foi criado para essa exposição em BH, que fez parte de um edital em que eu passei há uns dois anos atrás. Mas eu já tinha a idéia dessa exposição, da lista de nomes, os mortos-vivos há mais tempo.
E como funciona o trabalho?
São 45 celebridades e ela tem o nome de “Mortos-Vivios” por duas razões: a primeira é que, geograficamente, dentro da exposição, eles estão divididos em dois painéis; entre os que estão vivos e os que morreram. Até o momento, a única que já morreu é a Lily Marinho, por isso ela está sozinha, à espera dessas outras pessoas. Mas o título também é uma reflexão, uma brincadeira sobre o papel que essas celebridades têm em nossas vidas. Nunca se teve um culto à celebridade tão grande, embora, claro, isso não é de hoje. A gente sempre teve esse olhar para os mais privilegiados, para os mais bonitos, pros mais ricos. Então, num certo sentido, me parece que essas pessoas não vivem a mesma vida que a gente; que para nós, “o público normal”, essas pessoas só vivem bidimensionalmente, num certo sentido, na televisão, nas revistas. Vivem uma vida que a gente idealiza. Então, não deixa de ser uma brincadeira com isso também.
Qual foi o critério de escolha das celebridades?
Foi uma coisa de gosto pessoal. Eu comecei a pensar em figuras de que eu gostava, de que eu gosto, como o Sílvio Santos, como a Narcisa Tamborindeguy. Tinha que ter um elo afetivo. Entretanto, a partir do momento em que eu defini que isso ia virar um trabalho, que eu precisaria colocar essa idéia em prática, os critérios começaram a se alterar um pouco. A exposição tem 45 pessoas, e eu não posso mais tirar ou colocar ninguém, pois a graça é, que conforme o tempo for passando, essas pessoas vão passando de uma parede para a outra. Então, à medida que o trabalho foi ficando real, eu também comecei a pensar em pessoas que eu acho que permanecerão conhecidas daqui 20, 30 anos, que eu acho que permanecerão no imaginário do público pelo tempo que eu espero que o trabalho dure.
Nos teus trabalhos, no teu histórico, tu usas muito o humor e a ironia. Por que essa escolha? Como tu achas que isso atrai ou impacta o público?
A escolha do humor vem há bastante tempo, e eu acho que isso se formalizou no momento em que eu fui fazer mestrado em poéticas visuais no Instituto de Artes da UFRGS. Analisando a minha própria produção artística, eu me propus a estudar o humor e suas vertentes, tais como a sátira e a ironia. A partir daí, eu me dei conta de que isso estava no meu trabalho. Então, no momento em que eu formalizei isso no ambiente acadêmico, eu comecei a refletir como isso aparece. Se tem graça o trabalho, é o público quem decide; eu tenho certamente a intenção, mas, se funciona ou não, não cabe a mim dizer. Mas, pessoalmente, o que importa, além de ser a maneira como eu me expresso, de ser ter muito a ver com meu jeito de ser e de me atrair muito, isso tem muito a ver com o papel comunicativo do humor. O humor só existe com a comunicação. Eu preciso muito que as coisas que eu faço sejam acessíveis pra qualquer um. Me incomodo com muitas vertentes arte-contemporâneas que são herméticas, que necessitam de um texto explicativo para as pessoas entenderem, ou trabalhos que as pessoas chegam nas galerias e não conseguem decifrar o processo do artista pois não está claro ali. Pessoalmente, eu não gosto disso. Eu preciso que qualquer um possa chegar ali e se comunicar com o trabalho. Não é nem uma questão de entender ou não, pois isso não existe em arte, mas, que eu não precise de um texto explicando. Acho que o uso do humor está muito vinculado com esse meu desejo de não ficar restrita ao público de arte ou precisar de um menor número de subterfúgios para me comunicar com as pessoas.
E quais são tuas principais inspirações para realizar os trabalhos?
É uma pergunta difícil, porque as inspirações surgem. Eu tenho um caderninho, onde nas últimas páginas eu vou anotando as idéias. Mas eu acho que tem uma área que me inspira muito, que é a mídia. Eu vejo muita tv, estou sempre lendo sites de notícia, lendo jornal. Também me interessam as notícias de variedade, e é aí que entram as revistas, sites de fofocas. É uma maneira que eu tenho de me comunicar com as pessoas, de ter assunto. Para mim, acompanhar a mídia, estar a par disso, não só é minha fonte de inspiração, como é minha maneira de estar no presente.
Há perspectivas de novos trabalhos?
Não tenho nenhuma nova exposição, nada agendado, estou inclusive me inscrevendo para alguns editais para residências artísticas, na expectativa de ver se eu consigo passar um período dedicado somente à minha produção. Mas a minha vontade agora é mudar um pouco de área e dar um estímulo à escrita. Estou com vontade de escrever, vontade de talvez fazer um livro de artista, mas, no momento, são só conjecturas. Ainda não sei que corpo vai ter isso, mas pretendo sair um pouco do audiovisual e partir para a escrita. Daqui a pouco pode mudar tudo, mas a princípio é isso que eu vou fazer esse ano.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Abertura concorrida da exposição de Mariana Xavier
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Convite abertura exposição Mariana Xavier

intitulada Mortos Vivos, dia 1º de março, às 19h, na Galeria Lunara.
A exposição permanece aberta à visitação até dia 18 de março.
Confira abaixo texto de Julia Rebouças, do Instituto Inhotim, sobre a mostra, que foi apresentada em Belo Horizonte, na Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes.
_______________________Por uns bons drink
Sendo os textos de exposição, em paredes ou catálogos, gêneros previsíveis e aborrecidos - para não dizer conservadores -, certamente Mortos Vivos, de Mariana Xavier, merecia palavras mais descontraídas. Como parte de um suposto sistema de alta cultura, um texto como este deveria trazer referências teóricas elaboradas,que fizessem sentido ou não. Certa acidez e pitadas de ambiguidades seriam muito bem vindas. Tal texto não só poderia como deveria associar a obra da artista a outros nomes, forjando junto com eles novos paradigmas. Tudo dentro da mais perfeita ordem, exceto pelo fato de que o trabalho de Mariana Xavier não precisa de nada disso.
Nesta mostra, composta por vídeos, filme e uma instalação fotográfica, a artista apresenta com
perspicácia um conjunto de obras que se relaciona com o vocabulário cotidiano da televisão, das
revistas de entretenimento e, sobretudo, com o enorme nicho dedicado às celebridades, anônimas ou não, que ganha cada vez mais espaço na internet. O aparente amadorismo que traz na linguagem e na formalização de suas obras ecoa justamente as tantas imagens produzidas por personagens que insistem em fazer de sua vida privada tema de apelo público.
Em um de seus vídeos, a artista é vista descansando num cenário cafonamente desolador. Nada
numa piscina vazia, brilha sob o sol escaldante e se refresca com um drink cujo enfeite desmorona antes mesmo de a cena acabar. O letreiro que se desenha à nossa frente festeja: como é bom ser rica! Basta um breve contato com youtubes, twitters e facebooks para entender que a interlocução da artista vem desse universo, de seus personagens, de padrões e desejos de consumo que se esvaziam antes mesmo de serem alcançados.
Mariana faz parte de uma novíssima geração de artistas gaúchos que elegeu para sua produção o
suporte do vídeo e a irreverência da linguagem. Não abre mão, no entanto, de uma certa nostalgia na construção de suas ideias e imagens, formalizada no uso de dispositivos fílmicos, filtros, cores e texturas hoje já associados ao maquinário analógico dos super-8 e das películas.
O trabalho de Mariana, particularmente, carrega o mérito e a segurança daqueles que são capazes de rir de si mesmos, de desconfiar de suas próprias escolhas. Para quem faz do gosto matéria de distinção, o que vemos aqui talvez faça embaralhar as ideias. Ícones do popularesco mundo das celebridades, famosos lado B, proto-divas do universo pop se acotovelam e configuram registros de sofisticação crítica. O que percebemos, depois do riso, é que essas relações são em grande medida pautadas por requintes de autoritarismo, que se escondem sob a máscara da sedução.
Na academia de ginástica, que também poderia ser uma discoteca, a histeria das vozes instrui a
nunca parar, a ir mais, mais, mais longe. É quando seguimos e deparamos com uma boca, aprisionada num pequeno aparelho de televisão, que usa todos os artifícios para convencer-nos a tirá-la de lá. Promete até o seu silêncio de boca falante, o que, sabemos, há de ser falso. Mas tudo bem. Aqui não há verdades, e a sinceridade já morreu. Acabou-se o mau gosto e restou o que é arte e diversão.
Júlia Rebouças
Crítica de arte e curadora do Instituto Inhotim
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Mariana Xavier apresenta exposição Mortos Vivos
A instalação fotográfica Mortos Vivos é composta por 45 retratos das mais diversas “celebridades” (de Alexandre Frota a Silvio Berlusconi, passando por Elke Maravilha e Winona Ryder), emoldurados com placas de metal com seus nomes, em um estilo que remete tanto aos Hall of Fame das universidades norte-americanas quanto aos nomes na Calçada da Fama, em Hollywood. Na exposição, as imagens estão separadas entre celebridades vivas e famosos que já morreram. Até a abertura, somente Lily Marinho está na parede dos mortos.
Exposição Mortos Vivos, de Mariana Xavier
De 01 a 18 de março de 2012
Abertura dia 01 de março às 19 horas
Galeria Lunara
Usina do Gasômetro – 5º Andar
Avenida Presidente João Goulart, 551/5º andar
Visitação: terça a domingo, das 9h às 21h
Contato: (51) 32898135
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Resultado Edital para Ocupação da Galeria dos Arcos e da Galeria Lunara / 2012
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Fotógrafos gaúchos apresentam Conexões Possíveis

inúmeras afinidades, umas tantas obviedades, algumas arbitrariedades, várias ramificações, infinitas semelhanças, uma profusão de ecos e rimas, um punhado de coincidências, eventuais colisões, algumas reviravoltas, meia dúzia de embates e uma boa dose de acasos.
Toda fotografia tem uma possibilidade de conexão, de associação, com outra fotografia por questões formais, conceituais ou narrativas. Mas colocá-las juntas fisicamente era um fato que acontecia raramente pois imagens e fotógrafos encontravam-se geograficamente afastados. A internet mudou muito esse cenário nas últimas duas décadas.
Poder navegar por um repositório quase infinito de imagens mostrou com mais clareza que algumas inquietações e temáticas são recorrentes no universo dos fotógrafos. E, com o fluxo impressionante de produção de imagens dos dias de hoje, há muitas fotografias parecidas. Feitas no mesmo lugar, com a mesma estrutura de composição, com o mesmo interesse humano ou estético, há muitas variedades de semelhança e conexão.
A partir do dia 3 de novembro o Grupo Baita Profissional vai realizar uma exposição na Galeria Lunara que é fruto do encontro de fotografias e fotógrafos através da internet. Mais especificamente através de um processo colaborativo no Flickr, um site de publicação e compartilhamento de imagens.

A constituição da coleção de fotografias que compõem a mostra baseou-se em um jogo lúdico e provocativo que se apropria livremente do conceito da Bienal do Mercosul, as geopoéticas. Durante quase oito meses um grupo de dez fotógrafos postou imagens em um perfil no Flickr criado especialmente para isso. Cada fotografia era postada em função da provocação contida na imediatamente anterior, nas mais antigas ou nos álbuns que foram sendo criados gradativamente. As entranhas desse processo podem ser conhecidas em http://www.flickr.com/photos/geopoetica_bp/
Na exposição, as fotografias estão agrupadas pelos mais variados critérios de conexão que levam em consideração questões formais, temas, tags que os fotógrafos atribuíram a elas, álbuns criados no flickr para reunir um grupo específico de fotografias etc.
No ambiente virtual as conexões entre as imagens permanecem infinitas. Na galeria, com as fotografias impressas e fixadas na parede, o público tem acesso a uma das inúmeras combinações e montagens possíveis: individual, singular, única. Neste sentido funciona como exposição complementar às 19 Individuais expostas no mesmo período na Galeria dos Arcos.
Participam dessa exposição os fotógrafos
Anderson Astor
Andréa Graiz
Eduardo Aigner
Fabrício Barreto
Fernando Schmitt
Guilherme Ko Freitag
Marcelo Curia
Paulo Backes
Ricardo Jaeger
Ubirajara Machado
Curadoria: Fernando Schmitt
Conexões Possíveis
Galeria Lunara – 5º andar da Usina do Gasômetro
19 Individuais
Galeria dos Arcos – Térreo da Usina do Gasômetro
Abertura dia 3 de novembro, ás 19h
Visitação de terças a domingos, das 9 às 21h
Informações
Fone 51 3289 8133
galerialunara@gmail.com
http://www.galerialunara.blogspot.com/
http://www.galeriadosarcos.blogspot.com/
http://www.flickr.com/photos/geopoetica_bp/
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Dia 21/10 é o ultimo prazo para inscrever projetos
Edital para Ocupação da Galeria dos Arcos e da Galeria Lunara / 2012
REGULAMENTO
A Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia, da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre – PMPA, comunica aos interessados que estará recebendo, de 17 a 21 de outubro, na forma da Lei 8.666/93, documentação referente ao concurso Edital para Ocupação da Galeria dos Arcos e da Galeria Lunara / 2012.
1. Finalidade
O presente Regulamento tem por objeto a seleção de até 04 projetos para a Galeria Lunara e de até 04 projetos para a Galeria dos Arcos - ambas localizadas na Usina do Gasômetro – para o ano de 2012, sendo que cada projeto permanecerá em exposição por, no mínimo, 30 dias.
2. Participação
O presente concurso destina-se a fotógrafos em geral (amadores e profissionais).
3. Inscrições
3.1. As inscrições serão realizadas no período de 17 a 21 de outubro, das 9h às 12h e das 14h às 17h, na Coordenação de Cinema Vídeo e Fotografia - Usina do Gasômetro, Avenida Presidente João Goulart, 551, 3º andar, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, CEP 90010-120.
Inscrições encaminhadas via correio deverão ser postadas para o endereço acima, até a data limite da inscrição, 21 de outubro. Não serão aceitas inscrições com data de postagem posterior.
3.2. Os candidatos deverão apresentar, no momento da inscrição:
Ficha de inscrição preenchida (em anexo);
Portfólio contendo currículo e fotos dos trabalhos a serem expostos.
Projeto da exposição, com previsão do número de imagens e respectivas dimensões, para a ocupação da Galeria Lunara ou da Galeria dos Arcos.
Para a seleção podem ser apresentadas cópias em tamanhos convencionais. Ex. 20 x 25 cm.
Deve ser informado, no verso da foto, o tamanho e suporte em que a mesma será apresentada na exposição, caso o projeto seja selecionado.
4. Seleção dos Projetos e Premiação.
4.1. Será designada uma Comissão de Seleção formada por 03 (três) membros, não remunerados, sendo 01 representante da Secretaria Municipal da Cultura e 02 profissionais vinculados ao meio fotográfico, que ficará responsável pela escolha dos projetos dos candidatos.
4.2. A Comissão de Seleção, que será nomeada por Portaria a ser publicada no Diário Oficial do Município (DOPA), é soberana em suas decisões e obedecerá a critérios como qualidade estética e adequação entre conceito e linguagem.
4.3. Conforme a Lei 8.666/93, art. 9º, os integrantes da Comissão de Seleção não poderão participar do presente Concurso.
4.4.Da decisão da Comissão de Seleção, ao habilitar ou inabilitar os projetos apresentados, caberá recurso administrativo até 05 (cinco) dias úteis após a publicação do resultado no DOPA, protocolado na Coordenação de Cinema, Vídeo e Foto. O recurso apresentado será julgado no prazo máximo de 05 (cinco) dias úteis.
4.5. O prêmio para os projetos selecionados consistirá em exposição na Galeria dos Arcos ou Galeria Lunara por período de 30 dias.
Parágrafo único
Os períodos de realização das exposições serão definidos posteriormente pela Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da SMC, em comum acordo com os fotógrafos cujos projetos forem selecionados.
5. Devolução dos Trabalhos
5.1.Os portfólios dos fotógrafos não selecionados serão devolvidos de 03 a 11 de novembro de 2011.
5.2.Os portfólios dos artistas não residentes no município de Porto Alegre somente serão devolvidos por correio ao artista que enviar envelope selado para tal finalidade.
5.3.A Comissão Organizadora não se responsabiliza pela guarda do material não retirado no período.
6. Obrigações
6.1. Da Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da SMC:
Impressão de 500 convites;
Envio de convites a autoridades, artistas e fotógrafos;
Divulgação institucional da exposição na imprensa.
6.2. Do Fotógrafo:
Fornecer as imagens da exposição digitalizadas, currículo e dados para divulgação;
Fornecer arte-final e fotolitos do convite. (A arte-final deverá ser submetida à aprovação da PMPA e, no convite, deverá constar o logotipo da Prefeitura Municipal de Porto Alegre como realizadora e do DMAE como apoiador).
Providenciar a montagem e desmontagem da exposição, bem como todo o material necessário.
OBS. A montagem na Galeria dos Arcos não permite furação nas paredes ou uso de fitas adesivas, por tratar-se de prédio tombado.
Caso o artista necessite alterar cor, instalar equipamentos próprios, ou realizar qualquer outra ação que modifique a galeria, tal intervenção deve ser autorizada previamente pela Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia e após o término da mostra a galeria deve ser devolvida nas mesmas condições em que foi entregue.
Caso o artista precise utilizar equipamentos ou dispositivos que necessitem ser ligados e desligados, o mesmo deve providenciar monitoria para a exposição.
7 .Disposições Gerais:
7.1.É vedada a participação de servidores do Município de Porto Alegre, bem como de seus agentes políticos e seus parentes consangüíneos, ou afins, até o segundo grau.
7.2.Conforme disposto no parágrafo 1º do art. 41 da Lei 8666/93, qualquer cidadão é parte legítima para impugnar Regulamento de licitação por irregularidade na aplicação desta Lei, devendo protocolar pedido até 5 (cinco) dias úteis da data fixada para abertura dos envelopes de habilitação, devendo a Administração julgar e responder à impugnação em até 3 (três) dias úteis, sem prejuízo da faculdade prevista no § 1° do art. 113.
7.3. As despesas decorrentes do presente Regulamento correrão pelas dotações 1003.2572.339039 e/ou 1003.2626.339039.
7.4. A assinatura da Ficha de Inscrição implica na aceitação total das normas de funcionamento da Galeria dos Arcos e da Galeria Lunara da Secretaria Municipal da Cultura da Prefeitura de Porto Alegre.
7.5. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora, observada a legislação pertinente;
8. Esclarecimentos:
Quaisquer esclarecimentos sobre o presente concurso, bem como o fornecimento dos anexos citados no presente regulamento poderão ser obtidos junto à Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura, sita à Usina do Gasômetro, 3º andar, fone (51) 3289 8133 ou (51) 3289 8135, e-mail: salapfgastal@smc.prefpoa.com.br
acesso ao regulamento:
http://www.portoalegre.rs.gov.br/cultura
www.galerialunara.blogspot.com
www.galeriadosarcos.blogspot.com
Porto Alegre, 16 de agosto de 2011.
Sergius Gonzaga
Secretário Municipal da Cultura
Cronograma:
Inscrições: 17 a 21 de outubro de 2011
Seleção dos Trabalhos: 26 de outubro de 2011
Devolução dos Portfólios: 3 a 11 de novembro de 2010
Anexo I - FICHA DE INSCRIÇÃO
PREFEITURA DE PORTO ALEGRE
SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA
COORDENAÇÃO DO CINEMA, VÍDEO E FOTOGRAFIA
Concurso para Exposições Fotográficas
Galeria dos Arcos e Galeria Lunara / 2012
FICHA DE INSCRIÇÃO
Nome do Fotógrafo: ___________
Telefone: __ __________________ ______
E-mail:_ _______
Endereço: _______
Cidade: UF: CEP: ______
Título do Projeto: _______
Em caso de inscrição em grupo, informar nome dos outros participantes:
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
Projeto de exposição para: ( ) Galeria dos Arcos ( ) Galeria Lunara
Porto Alegre, de de 2011.
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Assinatura do Fotógrafo





