quarta-feira, 28 de abril de 2010

Cine Água segue até dia 9 de maio


Até domingo, dia 9 de maio, a exposição CineÁgua,
de Nelton Pellenz e Dirnei Prates está aberta à visitação.
De terças a domingos das 13 às 19h.

terça-feira, 30 de março de 2010

Cine Água na Galeria Lunara


A Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre inaugura dia 08 de abril, às 19h, a exposição Cine Água, dos artistas Nelton Pellenz e Dirnei Prates, na Galeria Lunara.

O Cine Água é uma ação coletiva proposta pelos artistas Dirnei Prates e Nelton Pellenz, e tem em seu mote estabelecer relações entre o cinema e as artes plásticas, ora através de abordagens diretas, ora através de tangências que subvertem as noções básicas do audiovisual.
A exposição Cine Água é composta por 3 trabalhos que se inserem nas premissas do coletivo: a ocupação não ortodoxa do espaço, o diálogo estreito que se estabelece entre as obras a partir de sua justaposição e, a água, sempre presente, como o elemento aglutinador das idéias.A forma peculiar da galeria propicia ações/intervenções em que o espaço físico não pode ser desconsiderado. O projeto, que aglutina diferentes propostas, se utiliza desta geografia incomum como eixo que conecta, potencializa e contextualiza os trabalhos.

Dirnei Prates e Nelton Pellenz já participaram individualmente de diversos salões, mostras e exposições nacionais e internacionais. Trabalham juntos desde 2006, quando organizaram a 1º Livre - mostra de vídeos experimentais, no Atelier Livre do CMC (Porto Alegre). Em 2007, apresentam as exposições Da sala escura ao cubo branco, na Usina do Gasômetro e Lances de vista - paisagens, na Fundação Ecarta. No mesmo ano são curadores da 2ª Livre - mostra de vídeos experimentais, apresentada na sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro.
Em 2008, recebem indicação ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas nas categorias novas mídias, pela exposição Da sala escura ao cubo branco e fotografia e novas mídias pela exposição Lances de vista - paisagens.
Em 2009, realizam o projeto S.E.C.A., que consistiu em intervenções urbanas em SC; recebem indicação ao Prêmio Filme Livre, no CCBB/RJ, pelo filme Tela branca e são os organizadores da exposição Infiltração, em Porto Alegre, que contou com trabalhos de 32 video-artistas brasileiros, espalhados em quatro espaços expositivos.
Atualmente, trabalham no projeto Google Water, que envolve registros em textos, vídeo e fotografia de deslocamentos por regiões do interior do Estado do RS.
Vivem e trabalham em Porto Alegre.

Cine Água
Nelton Pellenz e Dirnei Prates
Abertura dia 08 de abril às 19h
Período de visitação de 09 de abril a 09 de maio
de terças a domingos, das 9 às 21 h

Cine Água na Galeria Lunara

A Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre inaugura dia 08 de abril, às 19h, a exposição Cine Água, dos artistas Nelton Pellenz e Dirnei Prates, na Galeria Lunara.

O Cine Água é uma ação coletiva proposta pelos artistas Dirnei Prates e Nelton Pellenz, e tem em seu mote estabelecer relações entre o cinema e as artes plásticas, ora através de abordagens diretas, ora através de tangências que subvertem as noções básicas do audiovisual.
A exposição Cine Água é composta por 3 trabalhos que se inserem nas premissas do coletivo: a ocupação não ortodoxa do espaço, o diálogo estreito que se estabelece entre as obras a partir de sua justaposição e, a água, sempre presente, como o elemento aglutinador das idéias.
A forma peculiar da galeria propicia ações/intervenções em que o espaço físico não pode ser desconsiderado. O projeto, que aglutina diferentes propostas, se utiliza desta geografia incomum como eixo que conecta, potencializa e contextualiza os trabalhos.

Dirnei Prates e Nelton Pellenz já participaram individualmente de diversos salões, mostras e exposições nacionais e internacionais. Trabalham juntos desde 2006, quando organizaram a 1º Livre - mostra de vídeos experimentais, no Atelier Livre do CMC (Porto Alegre). Em 2007, apresentam as exposições Da sala escura ao cubo branco, na Usina do Gasômetro e Lances de vista - paisagens, na Fundação Ecarta. No mesmo ano são curadores da 2ª Livre - mostra de vídeos experimentais, apresentada na sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro.
Em 2008, recebem indicação ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas nas categorias novas mídias, pela exposição Da sala escura ao cubo branco e fotografia e novas mídias pela exposição Lances de vista - paisagens.
Em 2009, realizam o projeto S.E.C.A., que consistiu em intervenções urbanas em SC; recebem indicação ao Prêmio Filme Livre, no CCBB/RJ, pelo filme Tela branca e são os organizadores da exposição Infiltração, em Porto Alegre, que contou com trabalhos de 32 video-artistas brasileiros, espalhados em quatro espaços expositivos.
Atualmente, trabalham no projeto Google Water, que envolve registros em textos, vídeo e fotografia de deslocamentos por regiões do interior do Estado do RS.
Vivem e trabalham em Porto Alegre.

Cine Água
Nelton Pellenz e Dirnei Prates
Abertura dia 08 de abril às 19h
Período de visitação de 09 de abril a 09 de maio
de terças a domingos, das 9 às 21 h

Ultima semana para visitar a exposição Céus Artificiais

Até dia 4 de abril a exposição Céus Artificiais, que traz fotos de Diego Amaral e Instalação de Tulio Pinto, pode ser visitada na Galeria Lunara.
Confira.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Confira texto de Alexandre Santos sobre a exposição que abre dia 11, de março


Da referência ao artifício

Se em muitas culturas o céu é manifestação da transcendência e da sacralidade, os céus artificiais de Diego Amaral e Túlio Pinto são profanos por excelência. Em sintonia com a contemporaneidade artística, estes céus privilegiam o diálogo entre dois processos artísticos diante de um site specific que lhes serve de desafio. Em detrimento das referências mais óbvias, nos céus bidimensionais de Diego percebe-se um apelo à ausência, comparado ao ambiente obscuro da galeria. Nas suas imagens, situadas entre o registro performático e paisagístico, os elementos gráficos servem para desfazer expectativas representacionais, ao mesmo tempo em que alinham a reprodutibilidade técnica com o fazer manual. Por outro lado, a partir dos seus arranjos tridimensionais, Túlio propõe céus compostos de ar e leveza, que brotam do abismo quase vertiginoso da galeria. São céus lúdicos e efêmeros que flutuam sob os nossos pés, trazendo relações de equilíbrio e limite entre os mais prosaicos materiais. Apesar de suas diferenças, ao constituírem uma ambientação poética inquietante, estes dois artistas são complementares e nos lembram, por outro lado, que o céu é efetivamente um corpo paradoxal: informe e infinito de possibilidades.

Alexandre Santos
Março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

Céus Artificiais de Diego Amaral e Túlio Pinto



A Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre inaugura dia 11 de Março, às 19h, exposição dos artistas Diego Amaral e Tulio Pinto, na Galeria Lunara.
A exposição, intitulada Céus Artificiais, propõe uma utopia emergente para dentro da Galeria. A parceria entre Diego Amaral e Túlio Pinto traz o azul como indicador simbólico de um lugar ideal e unindo gestos opostos, gera uma geografia subjetiva. Na mostra, que segue até o dia 4 de abril, os artistas mostram o confronto entre seus processos. Por um lado, a reprodução da ausência através da linguagem fotográfica; por outro, a ativação do espaço pela presença material.

Num contexto digital, Diego Amaral opta pelo uso de uma câmera de filme 35mm. Seu universo imagético é construído através de criteriosa composição e o mínimo de informação visual. A hegemonia do azul, reproduzido mecanicamente em suas fotos, é confrontada pelo gesto seco, objetivo e irreprodutível. Munido de um marcador preto, o artista gera fronteiras presentes sobre planos pretéritos. A leveza implícita nas fotografias acaba evidenciando o peso e a inércia das imagens cristalizadas no papel, numa negação da queda a qual estamos submetidos.

Dialogando com isso, Túlio Pinto reativará a tremonha existente no espaço da galeria em uma instalação in situ. Com um ventilador e bolas azuis, o artista interage com o espaço e traz movimento à sala ao fazer a cor flutuar na galeria, que, apesar de situada no alto de uma edificação, assemelha-se a um subsolo. Em um gesto lúdico, o carvão, que antes era armazenado no local, será substituído pela cor celeste das bolinhas "pairando" no ar.


Céus Artificiais
Exposição de Diego Amaral e Túlio Pinto
Abertura: 11 de março, 19h
Visitação de 11 de março a 4 de abril,das 9h às 21h
Galeria Lunara – 5° andar da Usina do Gasômetro.
Informações: (51) 3289-8133

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Basta este Nada até dia 28 de fevereiro na Lunara















Segue aberta à visitação, até dia 28 de feveriro a exposição Basta este Nada, de Eduardo Montelli, Juliano Ventura, Letícia Bertagna e Janaína Kremer.




sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Galeria Lunara apresenta nova exposição reunindo três jovens artistas


A partir de quinta-feira, dia 21 de janeiro, às 19h, a Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre inaugura a exposição Basta Este Nada, na Galeria Lunara, localizada no 5º andar da Usina do Gasômetro.

A exposição mostrará, nos procedimentos de três jovens artistas – Eduardo Montelli, Juliano Ventura e Letícia Bertagna –, um ponto de alternância entre o corriqueiro e o surpreendente, o sentido e o não-sentido, vividos no mundo concreto. A partir da captação e da manipulação digitais da fotografia e do vídeo, os trabalhos são concebidos em meio a um processo de ênfase no trivial.

Em Cão sem Rumo, Eduardo Montelli apresenta uma curtíssima captura em movimento de um cão também em movimento transformada em uma sequência de fotografias. Nestes recortes de instantes, percebemos a relação de ausência e presença trazida pela transição da paisagem quase vazia para passagem da figura do cão.

Ainda nessa tensão entre imagem e ausência está o trabalho Golpes de Luz em Ambiente de Vídeo, de Juliano Ventura, que, por conta de suas grandes variações de luz, faz a pessoa parada em frente à câmera aparecer e desaparecer repetidamente. A luz do vídeo tem o potencial de interferir na iluminação do espaço onde for inserido.

Aproximando-se de Estimação e Suspensão, trabalhos provenientes de instalações experimentais concebido por Eduardo Montelli, a série Extremo, de Juliano Ventura, elaborada com a conversão de uma combinação dos fragmentos de uma imagem impressa para o formato digital, sugere possíveis interferências das imagens no campo dos objetos reais.

Há ainda o vídeo Uma Canção para o Útero, de Letícia Bertagna, onde o cotidiano doméstico é indagado por ações que migram sutilmente entre o que diz e o que não diz respeito a ele mesmo. Trata-se de uma vídeoperformance baseada em poema homônimo (e inédito) da poeta pelotense Angélica Freitas. O vídeo apresenta uma série de ações vividas/experimentadas pela atriz Janaína Kremer, atividades estas que sugerem uma certa impossibilidade de serem cumpridas, finalizadas.


Basta Este Nada
de Eduardo Montelli, Juliano Ventura, Letícia Bertagna e Janaina Kremer

Coquetel de Abertura: 21 de janeiro de 2010, às 19h
Visitação de 22 de Janeiro a 28 de Fevereiro

www.julianovent.blogspot.com - blog de Juliano Ventura
www.eduardomontelli.blogspot.com – blog de Eduardo Montelli
www.meuprego.blogspot.com – blog de Letícia Bertagna