
Até domingo, dia 9 de maio, a exposição CineÁgua,
de Nelton Pellenz e Dirnei Prates está aberta à visitação.
De terças a domingos das 13 às 19h.
de Nelton Pellenz e Dirnei Prates está aberta à visitação.
De terças a domingos das 13 às 19h.

A forma peculiar da galeria propicia ações/intervenções em que o espaço físico não pode ser desconsiderado. O projeto, que aglutina diferentes propostas, se utiliza desta geografia incomum como eixo que conecta, potencializa e contextualiza os trabalhos.


Ainda nessa tensão entre imagem e ausência está o trabalho Golpes de Luz em Ambiente de Vídeo, de Juliano Ventura, que, por conta de suas grandes variações de luz, faz a pessoa parada em frente à câmera aparecer e desaparecer repetidamente. A luz do vídeo tem o potencial de interferir na iluminação do espaço onde for inserido.
Há ainda o vídeo Uma Canção para o Útero, de Letícia Bertagna, onde o cotidiano doméstico é indagado por ações que migram sutilmente entre o que diz e o que não diz respeito a ele mesmo. Trata-se de uma vídeoperformance baseada em poema homônimo (e inédito) da poeta pelotense Angélica Freitas. O vídeo apresenta uma série de ações vividas/experimentadas pela atriz Janaína Kremer, atividades estas que sugerem uma certa impossibilidade de serem cumpridas, finalizadas.