sexta-feira, 3 de maio de 2013
A FLORESTA FANTÁSTICA DE ROGÉRIO LIVI EM EXPOSIÇÃO NA GALERIA LUNARA
quarta-feira, 27 de março de 2013
ESTUDOS PARA INUNDAÇÃO, DA ÍO
Ío é o alter ego do casal de artistas Laura Cattani e Munir Klamt que, desde 2002, vem realizando experimentações e pesquisas artísticas, buscando promover diálogos e integração entre diversas formas de expressão, como intervenção urbana, fotografia, instalação, performance, música experimental e videoarte.
Estudos para Inundação é uma exposição da Ío que parte de fotos, esculturas, intervenções sonoras e vídeo para articular uma reflexão sobre como as forças da natureza e da cultura se auto-organizam em um conflito indefinido e moldam ao mundo e a nós.
Laura Cattani é Mestre em Poéticas Visuais e Bacharel em Interpretação Teatral pela UFRGS, tendo completado sua formação com Jailton Moreira, Maria Helena Bernardes, entre outros.
Munir Klamt é Mestre em Poéticas Visuais e Bacharel em Pintura, com curso de especialização em Economia da Cultura pela UFRGS e atualmente realiza Doutorado em Poéticas Visuais pela UFRGS, tendo formação, ainda, na área de cinema e iluminação.
Enquanto Ío, os artistas realizaram diversas exposições, performances e intervenções, destacando-se: www.io.art.br, um projeto de web arte lançado em 2012; as exposições Do Lado de Fora de um Quarto Fechado e Halo – selecionadas pelo Prêmio IEAVI de Incentivo às Artes Visuais em 2012 e 2011, respectivamente; Autochoque, projeto artístico multimídia realizado no Museu do Trabalho (espetáculo), na Usina do Gasômetro (exposição) e em http://autochoque-io.blogspot.com/ (blog) Indicado ao V Prêmio Açorianos na categoria Destaque em Projeto Alternativo de Produção Plástica (2010); e ZEDE ETES – O Estranho Equívoco de A. Hilzendeger Feltes, exposição multimídia realizada no Paço da Prefeitura e vencedor do III Prêmio Açorianos na categoria Destaque em Mídias Tecnológicas.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA MOSTRA OS CAMPOS DE CIMA DA SERRA SOB UMA NOVA ÓTICA

Quase Paisagem, Micro Paisagem, dos fotógrafos Cristiano Sant’Anna e Flávia de Quadros, fica em cartaz na Galeria Lunara de 21 de fevereiro a 24 de março
Atendimento à imprensa
Adriana Martorano | jornalista
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
RESULTADO DA SELEÇÃO DO CONCURSO Nº 20/2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
EDITAL PARA OCUPAÇÃO GALERIA - Inscrições até 21 de dezembro
A Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia, da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre – PMPA, comunica aos interessados que estará recebendo, de 10 a 21 de dezembro, na forma da Lei 8.666/93, documentação referente ao concurso Edital para Ocupação da Galeria dos Arcos e da Galeria Lunara / 2013.
Serão selecionados até 02 projetos para a Galeria Lunara e até 02 projetos para a Galeria dos Arcos - ambas localizadas na Usina do Gasômetro – para o ano de 2013, sendo que cada projeto permanecerá em exposição por, no mínimo, 30 dias.
Poderão participar artistas com trabalhos em foto e/ou vídeo.
Os candidatos deverão apresentar, no momento da inscrição:
• Ficha de inscrição preenchida (em anexo);
• Portfólio contendo currículo e fotos dos trabalhos a serem expostos.
• Projeto da exposição, com previsão do número de imagens e respectivas dimensões, para a ocupação da Galeria Lunara ou da Galeria dos Arcos.
Para a seleção podem ser apresentadas cópias em tamanhos convencionais. Ex. 20 x 25 cm.
Deve ser informado, no verso da foto, o tamanho e suporte em que a mesma será apresentada na exposição, caso o projeto seja selecionado.
Cronograma:
Inscrições: 10 a 21 de dezembro de 2012
Seleção dos Trabalhos: 7 de janeiro de 2013
Devolução dos Portfólios: 09 a 18 de janeiro de 2013
Regulamento completo pode ser solicitado pelo e-mail galerialunara@gmail.com
As inscrições serão realizadas no período de 10 a 21 de dezembro, das 9h às 12h e das 14h às 17h, na Coordenação de Cinema Vídeo e Fotografia - Usina do Gasômetro, Avenida Presidente João Goulart, 551, 3º andar, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, CEP 90010-120.
Inscrições encaminhadas via correio deverão ser postadas para o endereço acima, até a data limite da inscrição, 21 de dezembro. Não serão aceitas inscrições com data de postagem posterior.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
GALERIA LUNARA RECEBE EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS PINHOLE DE NEUZA ZINI
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
ANA HUPE E MAYRA REDIN UNIDAS POR UM FIO NA GALERIA LUNARA
As exposições da série Conjunto surgiram a partir de uma iniciativa da Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia que, em 2006, convidou um coletivo para produzir trabalhos pensados diretamente para a Galeria Lunara dentro de uma lógica de ocupação site-specific. Cinco artistas – Adriane Vazques, Gustavo Jahn, Kátia Prates, Luiz Roque e Vilma Sonaglio – e a pesquisadora, Gabriela Motta apresentaram as mostras Conjunto (1) e Conjunto (2).
No ano seguinte, o coletivo foi inteiramente renovado, contando com André Venzon, Marcelo Gobatto, Mariane Rotter, Tiago Giora e Fernando Bakos na formação do grupo e, finalmente, na 4ª edição do projeto, Luiz Roque e André Venzon debruçaram-se sobre a arquitetura da Galeria e produziram um diálogo conceitual cujo resultado foi a construção de um ambiente de características sacras, que evocava a atmosfera de uma cripta.
Esta 5ª edição da série retoma o conceito de construção de um trabalho coletivo e reúne as artistas Ana Hupe e Mayra Martins Redin, que conceberam a mostra FIO, cujo título já resume a ideia propulsora da exposição: fortalecer e entender melhor, através da arte, as relações fragilizadas em função das distâncias e do tempo acelerado.
A mostra FIO surgiu de cruzamentos entre alguns trabalhos de ambas. As obras apresentadas partem da ideia das distâncias e proximidades nas relações. São instalações fotográficas e sonoras, vídeos, textos e livros que visibilizam experiências de encontros propostos. Tais proposições fazem uso de palavras e objetos para provocar o diálogo entre o artista e outras pessoas, numa tentativa de potencializar relações.
Registros visuais e sonoros de outra deriva, desta vez por um espaço público, a Vila Mimosa, conhecida como a zona do baixo meretrício do Rio de Janeiro, podem ser vistos, lidos e ouvidos. VM é uma espécie de diário nas paredes do encontro com este espaço marginal.
Na instalação fotográfica Metade cheio metade vazio, que une texto e fotografia, a artista Mayra Martins Redin apresenta uma experiência proposta na residência artística Nuvem, em Visconde de Mauá, RJ. Munida de uma máquina analógica descartável subaquática, a artista propôs que cada artista da residência escolhesse um objeto pessoal relacionado à temática das mudanças (geográficas, afetivas) para ser imerso na água e fotografado. A artista fez pequenas anotações acerca das histórias que foram sendo compartilhadas e uniu-as às imagens.
Horizonte Onde, é um livro que surge de uma proposta afetiva. Um objeto que é um pedaço de vidro retangular com a inscrição das duas palavras: horizonte e onde foi dado para algumas pessoas para que elas procurassem seu(s) horizonte(s) através do recorte oferecido pelo vidro e pelas palavras. O livro é feito das imagens produzidas pelos participantes, além de uma inserção de páginas quase vazias com o intuito de propor uma metáfora para a experiência da leitura.
Além dessas obras, outros trabalhos serão apresentados, colocando em rede pequenos desejos de compartilhamento no intuito de dar sentido e registrar as relações e traçá-las na superfície do mundo.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
LUCIANO SPINELLI TRAZ O METRÔ DE PARIS PARA DENTRO DA GALERIA LUNARA

A Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura inaugura em 23 de agosto, às 19h, a exposição Metrô de Paris, de Luciano Spinelli, que ocupará a Galeria Lunara até o dia 23 de setembro. Na abertura da exposição, o DJ francês
Dunwich estará presente, junto com o artista, fazendo um set live no qual mixa os sons do metrô parisiense produzindo uma atmosfera sonora que é característica do local retratado.
Na exposição, Luciano apresenta um novo olhar sobre o Metrô de Paris, um complexo que possui 16 linhas que se estendem por 214 quilômetros e transporta 3,9 milhões de pessoas por dia, ocupando o quarto lugar no mundo em volume de passageiros e o terceiro em número de estações.

Metrô de Paris intui uma reconstituição sinestésica do imaginário subterrâneo de um condutor e de um passageiro do metrô parisiense. Para isso, o artista associa fotografia, áudio e vídeo dentro do espaço preto, quadrado e íngreme que é a Galeria Lunara. A exposição é composta de impressões fotográficas em preto e branco apresentadas horizontalmente, duas a duas, como um díptico informal de um vídeo filmado desde a cabine docondutor, mostrando as entradas e saídas do túnel da linha 6 do metrô parisiense e de uma ambientação sonora criada pelo DJ Dunwich.
Luciano Spinelli é fotógrafo e videomaker, vivendo entre Paris e São Paulo. PhD em Comunicação Visual (Universitat Pompeu Fabra, Barcelona) e Sociologia (Université Paris Descartes Sorbonne). Seu trabalho focaliza a vida urbana, a foto-etnografia e o imaginário da sociedade pós-moderna. O presente projeto foi desenvolvido durante sua pesquisa de doutorado. Suas fotografias podem ser vistas no site: www.lucianospinelli.com.
Conforme o artista "Nas fotografias, adentramos um nível intersticial do organismo urbano: o metrô. Um estágio mecânico da vida em sociedade que é sonorizado pela fricção do metal contra metal. Descrito por Marc Augé como “a coletividade sem a festa e a solidão sem o isolamento”, no metrô estamos mais próximos de nossa natureza predadora. Nessa parte da cidade fadada à escuridão, observa-se uma verdadeira ecologia urbana guiada por uma sinalética que se repete internacionalmente. As inscrições que ali repousam, o cheiro dos trens, os anúncios entoados pelos autofalantes, ajudam a conformar um imaginário subterrâneo no indivíduo que passa a catraca e se torna passageiro. Captando signos verbais e não verbais, fotografias, vídeo e som representam fragmentos da estética polifônica do metropolitano.
A forma e a atmosfera da galeria é de fundamental importância para o desenvolvimento sinestésico dessa exposição. Chega-se de elevador e, assim como se estivesse entrando em um metrô, depara-se com um espaço escuro e claustrofóbico. Com luzes direcionais que iluminam as fotografias na parede, o visitante percorre o espaço por uma passarela com chão gradeado e metálico. Ele vê, projetado no fundo da tremonha, um vídeo do ponto de vista do condutor do metrô parisiense. Ouve os barulhos do trem, as vozes dos avisos dados aos passageiros, o zumbido de fechamento das portas e outros sons típicos daquele espaço, ritmados ao vídeo e remixados pelo DJ francês Dunwich (http://soundcloud.com/djdunwich)".
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Fernando Schmitt escreveu o texto abaixo sobre a exposição:
Entre um ponto e outro no mapa há um túnel sem paisagem onde os expressos subterrâneos penetram a escuridão e aceleram o trajeto em detrimento da vista. Ali os caminhos são limitados por ferro e poucos são os iniciados nos segredos das bifurcações. Sobre as janelas desnecessárias, fantasmas postam mensagens em tipografias indecifráveis; desejo de provar por imagem um existir periférico.
Abaixo da terra, após vencer as catracas, o passageiro torna-se parte de um coletivo contingente e efêmero composto de pequenas solidões. Cumpre o itinerário solavanco, mergulho, mantra urbano entoado no autofalante, trepidação, claustrofobia, discurso monocórdio de lamentação e súplica, baldeação, vaivém, arribação e tudo de novo. Confia na possibilidade de emergir, de cruzar o umbral da estação ainda crente da existência do mundo, cidade e luz.
Etnógrafo em campo fértil, Luciano espia e observa o tempo suspenso da meditação involuntária. Deriva em um espaço ocupado por deslocamentos e transeuntes. Testemunha o cruzamento de olhares, o enlace superficial das existências, os vultos céleres no embarcadouro. Tece uma arqueologia dos assentos e dos pisos. Maneja um aparelho que permite levar-se por dúvidas e que obedece a uma intuição vagabunda.
Fernando Schmitt, professor, fotógrafo e pedestre quase sempre.
Metrô de Paris
Luciano Spinelli
Galeria Lunara
Abertura 23 de agosto de 2012, às 19h
com a presença do artista e do DJ francês Dunwich
Visitação de terças a domingos, até dia 23 de setembro
galerialunara@gmail.com
quinta-feira, 26 de julho de 2012
GALERIA LUNARA APRESENTA 3 FACES DO DESEJO
A Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura realiza, de 31 de julho a 19 de aggosto de 2012, a mostra O Desejo, na Galeria Lunara (5º andar da Usina do Gasômetro).
Na mostra O Desejo, trechos de grandes obras cinematográficas ganham exibição na Galeria Lunara. As sequências extraídas dos filmes Zabriskie Point, de Michelangelo Antonioni, Mulheres Apaixonadas, de Ken Russel, e Da Vida das Marionetes, de Ingmar Bergman, são marcadas pela expressão intensa do desejo sexual, evidenciada no embate físico entre os corpos dos personagens que se confrontam em batalhas ora românticas, ora letais.

Em comum, as passagens apresentam pouco ou nenhum diálogo, o que reforça o caráter eminentemente físico das cenas, performáticas em sua coreografia e viscerais em sua teatralidade. Devido à sofisticação plástica das imagens e à atmosfera cênica coesa, as sequências gozam de uma autonomia semântica raramente encontrada no cinema tradicional, pois prescindem da linguagem verbal articulada pelo roteiro para explicitarem seu sentido dramático.
Ao serem exibidas numa galeria, e descontextualizadas da obra para a qual originalmente foram pensadas, estas sequências reiteram não apenas a maestria de seus realizadores, mas a qualidade de suas imagens que se impõem repletas de força e plasticidade não importa onde sejam vistas. Fora da sala de cinema e destacadas da narrativa cinematográfica, as cenas ganham independência no espaço e no tempo, deslocando seu sentido do plano verbal para o campo essencialmente visual.
Visitação de 31 de julho a 19 de agosto, de terças a domingos - das 9 às 21h.


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